sábado, 16 de abril de 2011

Jean Piaget sua Biografia

Biografia
Jean Piaget nasceu em Neuchâtel, Suíça,em 1896.
Aos 10 anos publicou seu primeiro artigo científico, sobre um pardal albino.
Formou-se em biologia e aos 23 anos começou a trabalhar com o estudo do raciocínio da criança sob a ótica da psicologia experimental.
Em 1924 publicou o livro, A Linguagem e o Pensamento na Criança.
Acompanhou a infância dos três filhos, numa observação que chamou de "ajustamento progressivo do saber". Morreu em 1980 em Genebra, Suíça.


Assimilação e acomodação

As crianças se inserem, gradualmente, nas regras, valores e símbolos da maturidade psicológica. Essa inserção se dá mediante dois mecanismos:
- Assimilação: consiste em incorporar objetos do mundo exterior a esquemas
mentais preexistentes.
- Acomodação: refere-se a modificações dos sistemas de assimilação por influência do mundo externo.

A noção de esquema

Uma das primeiras formas de organização cognitiva é o esquema.
Quando os reflexos vão, gradativamente, se diferenciando e se tornando mais complexos e flexíveis, deixando de ser simples respostas invariáveis a estímulos determinados, esse processo dá origem a esquemas de ação, tais como pegar, puxar,sugar, empurrar, etc.
É por meio dos esquemas de ação que a criança começa a conhecer a realidade, assimilando-a e atribuindo lhe significações. De acordo com Piaget, os esquemas de ação ampliam-se, coordenam-se entre si, diferenciam-se e dando origem ao pensamento. Esse desenvolvimento contínuo dos esquemas se dá no sentido de uma adaptação cada vez mais complexa e diferenciada à realidade.

A noção de equilibração

Equilibração é uma propriedade intrínseca e constitutiva na vida mental. Por meio dela é que se mantém um estado de equilibração ou de adaptação em relação ao meio.
Esse processo não consiste numa volta ao estado anterior, mas leva a um estado superior em relação ao meio.


Estágios de desenvolvimento
Segundo Piaget, há quatro estágios básicos do desenvolvimento cognitivo:

- O estágio sensório-motor, que vai até os 2 anos. Fase em que as crianças adquirem a capacidade de administrar seus reflexos básicos para que gerem ações prazerosas ou vantajosas. É um período anterior à linguagem, no qual o bebê desenvolve a percepção de si mesmo e dos objetos a sua volta.

- O estágio pré-operacional vai dos 2 aos 7 anos e se caracteriza pelo surgimento da capacidade de dominar a linguagem e a representação do mundo por meio de símbolos. A criança continua egocêntrica e ainda não é capaz, moralmente, de se colocar no lugar de outra pessoa.
- O estágio das operações concretas, dos 7 aos 11 ou 12 anos, tem como marca a aquisição da noção de reversibilidade das ações. Surge a lógica nos processos mentais e a habilidade de discriminar os objetos por similaridades e diferenças. A criança já pode dominar conceitos de tempo e número.

-Estágio das operações formais que começa por volta dos 12 anos. Essa fase marca a entrada na idade adulta, em termos cognitivos. O adolescente passa a ter o domínio do pensamento lógico e dedutivo, o que o habilita à experimentação mental. Isso implica, entre outras coisas, relacionar conceitos abstratos e raciocinar sobre hipóteses.

A obra de Piaget leva à conclusão de que o trabalho de educar crianças não se refere tanto à transmissão de conteúdos quanto a favorecer a atividade mental do aluno.

Uma escola que se diz fundamentada na teoria de Jean Piaget, deve ter sua prática pedagógica, orientada por alguns princípios básicos:

Ação- as crianças conhecem os objetos usando-os. Um esquema é aplicado a vários objetos e vários esquemas são aplicados ao mesmo objeto.

Representação- toda atividade deve ser representada, de modo a permitir que a criança manifeste o seu simbolismo.

Atividades Grupais- o desenvolvimento da criança acontece no contato e na interação com outras crianças, daí a necessidade da promoção de atividades em grupo. Não se trata aqui da concepção comum do trabalho em grupo (que a escola interpretou como um grupo de alunos obrigados a trabalhar em conjunto). Piaget pressupõe que o grupo se forme espontaneamente e que o tema pesquisado seja como um verdadeiro problema do grupo. Cabe ao professor criar as situações problemáticas, mais nunca impor um tema.


Organização - é adquirida através da atividade. É fazendo a atividade que a criança se organiza.

Postura do Professor - o professor é o desafiador da criança, ele cria dificuldades e problemas. Em escolas com essa fundamentação, a pré-escola não é um passatempo, e sim, um espaço que permite a diversificação e ampliação das experiências das crianças, promovendo a sua autonomia.


Principais livros de Piaget :

-A Linguagem e o pensamento na criança (1923)
-O Juízo e o Raciocínio na Criança (1924)

Frases de Piaget:

“O principal objetivo da educação é criar indivíduos capazes de fazer coisas novas e não simplesmente repetir o que as outras gerações fizeram.”
"As estruturas operatórias da inteligência não são inatas."
"O professor não ensina, mas arranja modos de a própria criança descobrir. Cria situações-problemas".
“Os fenômenos humanos são biológicos em suas raízes, sociais em seus fins e mentais em seus meios.”
"Quando alguém se interessa pelo que faz, é capaz de empreender esforços até o limite de sua resistência física".
“O ser humano é ativo na construção de seu conhecimento e não uma massa 'disforme' a ser moldada pelo professor.”
Postado por Mariana e Fernanda às 16:23 0 comentários http://img2.blogblog.com/img/icon18_edit_allbkg.gif




Piaget:o Gênio na Educação Infantil!


AS TEORIAS DE PIAGET PARA EDUCAÇÃO. 


A educação na visão Piagetiana: com base nesses pressupostos, a educação deve possibilitar à criança um desenvolvimento amplo e dinâmico desde o período sensório- motor até o operatório abstrato.
A escola deve partir ( ver: Piaget na Escola de Educação Infantil) dos esquemas de assimilação da criança, propondo atividades desafiadoras que provoquem desequilíbrios e reequilibrações sucessivas, promovendo a descoberta e a construção do conhecimento.
Para construir esse conhecimento, as concepções infantis combinam-se às informações advindas do meio, na medida em que o conhecimento não é concebido apenas como sendo descoberto espontaneamente pela criança, nem transmitido de forma mecânica pelo meio exterior ou pelos adultos, mas, como resultado de uma interação, na qual o sujeito é sempre um elemento ativo, que procura ativamente compreender o mundo que o cerca, e que busca resolver as interrogações que esse mundo provoca.
É aquele que aprende basicamente através de suas próprias ações sobre os objetos do mundo, e que constrói suas próprias categorias de pensamento ao mesmo tempo que organiza seu mundo. Não é um sujeito que espera que alguém que possui um conhecimento o transmita a ele por um ato de bondade.
Vamos esclarecer um pouco mais para você: quando se fala em sujeito ativo, não estamos falando de alguém que faz muitas coisas, nem ao menos de alguém que tem uma atividade observável.
O sujeito ativo de que falamos é aquele que compara, exclui, ordena, categoriza, classifica, reformula, comprova, formula hipóteses, etc... em uma ação interiorizada (pensamento) ou em ação efetiva (segundo seu grau de desenvolvimento). Alguém que esteja realizando algo materialmente, porém seguindo um modelo dado por outro, para ser copiado, não é habitualmente um sujeito intelectualmente ativo.

Principais objetivos da educação: formação de homens "criativos, inventivos e descobridores", de pessoas críticas e ativas, e na busca constante da construção da autonomia.

Devemos lembrar que Piaget não propõe um método de ensino, mas, ao contrário, elabora uma teoria do conhecimento e desenvolve muitas investigações cujos resultados são utilizados por psicólogos e pedagogos.
Desse modo, suas pesquisas recebem diversas interpretações que se concretizam em propostas didáticas também diversas.

Implicações do pensamento piagetiano para a aprendizagem
Os objetivos pedagógicos necessitam estar centrados no aluno, partir das atividades do aluno.

Os conteúdos não são concebidos como fins em si mesmos, mas como instrumentos que servem ao desenvolvimento evolutivo natural.

primazia de um método que leve ao descobrimento por parte do aluno ao invés de receber passivamente através do professor.

A aprendizagem é um processo construído internamente.

A aprendizagem depende do nível de desenvolvimento do sujeito.

A aprendizagem é um processo de reorganização cognitiva.

Os conflitos cognitivos são importantes para o desenvolvimento da aprendizagem.

A interação social favorece a aprendizagem.

As experiências de aprendizagem necessitam estruturar-se de modo a privilegiarem a colaboração, a cooperação e intercâmbio de pontos de vista na busca conjunta do conhecimento.

Piaget não aponta respostas sobre o que e como ensinar, mas permite compreender como a criança e o adolescente aprendem, fornecendo um referencial para a identificação das possibilidades e limitações de crianças e adolescentes. Desta maneira, oferece ao professor uma atitude de respeito às condições intelectuais do aluno e um modo de interpretar suas condutas verbais e não verbais para poder trabalhar melhor com elas.







Filme da Profª. Windyz e o Plano de Curso/2011


Disciplina: Educação e Diversidade Cultural
Filme:  Meu nome é Rádio

Ficha Técnica
Título Original: Radio
Lançamento: 2003 (EUA)
Direção: Michael Tollin
Duração: 109 min.
Gênero: Drama
Status: arquivado


Disponível em: http://pt.shvoong.com/humanities/471555-filme-meu-nome-%C3%A9-r%C3%A1dio/ acesso em: 28/03/2011.

No filme, Meu nome é Rádio, o autor denuncia antes de tudo a exclusão social que faz com que as pessoas que apresentam necessidades especiais fiquem à margem da sociedade e sejam vistas como alguém que tem uma doença contagiosa, ou que cometeu um crime hediondo ou ainda que não tem a menor importância e capacidade. Denuncia essa que usa como refúgio a base de uma história real, através da personagem RADIO que a princípio é laguem rejeitado, apesar de aparentemente feliz.Logo a seguir faz-nos refletir sobre a necessidade do ser humano de viver em sociedade, de ter amizades e oportunidade de se desenvolver na convivência com seus semelhantes apesar das diferenças, dificuldades e deficiências que todos temos.Mostra-nos também que através da compreensão, da ajuda, da amizade incondicional e da aceitação as pessoas podem se tornar melhores e serão plenamente capazes de se desenvolverem.

RÁDIO, no início do filme, mal conseguia falar e no desenrolar do enredo, principalmente pela confiança demonstrada pelo técnico Jones, torna-se outra pessoa: expansiva, comunicativa; RÁDIO sai da introspecção para a alegria de aprender a ler e escrever, ser o anunciante do cardápio do dia no microfone da escola e o assistente do técnico Jones, seu protetor e incentivador.Algumas perseguições e rejeições ainda são abordadas: os colegas de colégio que tentam se aproveitar da “inocência” de RÁDIO para prejudica-lo, fazendo valer o estigma de que pessoas como ele devem ser excluídas, pois são uma ameaça para os ditos “normais”; as pessoas da comunidade que se mostram intolerantes e excludentes, pois não querem aceitar a presença de RÁDIO no colégio e sua participação ativa no dia a dia do mesmo.O filme baseia-se na história real de James Robert Kennedy, o fã número um do time T. L. Hanna High School, da cidade de Anderson (Carolina do Sul), baseada em um artigo escrito por Gary Smith, na revista Illustrated. O time supracitado é dirigido pelo técnico Jones que nos mostra o desprendimento de raríssimas pessoas em aceitarem as outras como elas são e a partir disso fazer a diferença na vida das mesmas. Tal atitude chega a causar estranheza na maioria das pessoas.

A mãe de RÁDIO demonstra essa estranheza ao se mostrar arredia de início e perguntar ao técnico Jones quais eram os motivos que o moviam a ajudar o filho dela.O técnico Jones, por sua determinação, faz com que aos poucos as pessoas admirem e respeitem seu protegido. Além das temáticas acima citadas, aborda-se no filme a necessidade de estabelecer prioridades na vida e de perceber que aqueles que nos cercam, principalmente a nossa família, devem vir em primeiro lugar, antes da busca pelo sucesso, pelo poder; a nossa dedicação primeira deve ser o SER e não o TER, isso faz-se presente na tomada de consciência do técnico Jones quando o mesmo percebe que estava deixando as pessoas que amava em segundo plano e através do desenvolvimento de RÁDIO o técnico pode concluir que vale a pena se dedicar a quem amamos.“Meu nome é Rádio” é um filme a que vale a pena assistir. Indicado para pais, jovens e educadores.
É uma história sensível e edificante que tem a contribuição de excelentes atores, uma trilha sonora emocionante e envolvente; sem imagens fantásticas mas simples e marcantes; sem muitos efeitos especiais, pois a retratação de tão esplêndida e comovente realidade exige o destaque das coisas simples, porém verdadeiras.É um daqueles filmes a que você assiste várias vezes e sempre aprende uma nova lição. Deu-me a certeza de que a convivência social saudável transforma-nos e que as nossas deficiências podem ser minimizadas quando aceitas pelos outros e por nós mesmos. É um filme inesquecível e altamente recomendável











Disciplina: Educação Diversidade Cultural
Fime: Temple Grandin
Ficha Técnica
Titulo Original: Temple Grandin
Lançamento: 2010 (EUA)
Direção: Mick Jackson
Duração: 103 Min
Gênero: Drama





Disponivel em: http://www.soshollywood.com.br/temple-grandin/ acesso em: 28/03/2011

Sinopse
Quando Temple Grandin se vê diante de um estímulo, ela responde de forma diferente que eu ou você. Sua mente busca referências, mostra imagens e exemplos concretos do assunto tratado, seja uma mera menção a sapatos ou a mecânica envolvida no ato de se abrir um portão. Sua mente funciona de forma concreta, logo, evoluiu na direção da obtenção de resultados como conclusão de qualquer idéia. Ela é incapaz de abstrair. Ela é uma respeitada especialista na engenharia agropecuária.
Ela é autista. Diagnosticada com autismo em meados da década de 50, quando ser autista significava ser internado sem expectativas de melhora, a Dra. Temple Grandin trilhou um caminho improvável e, em fevereiro de 2010, ganhou uma telebiografia produzida pela HBO e estrelada de forma brilhante por Claire Danes.

Assim como a mente concreta de Temple, tantas variáveis positivas levaram a um resultado palpável e incontestável: o Emmy de Melhor Filme, na noite de ontem.
Felizmente, conheço essa pequena obra-prima da televisão há um tempo. Desde fevereiro, para ser exato. Assisti à estréia de Temple Grandin, na HBO norte-americana, sem querer e fui surpreendido pela fisionomia transformada de Claire Danes, sempre com sua aura de princesa medieval ou personagem deslocada de um romance shakespeariano. Claire era outra pessoa, alguém atípico. Hora e meia depois, chorava copiosamente em frente à TV. Totalmente afetado pela história, mas, acima de tudo, orgulhoso pelas disposição e bondade presente nas pessoas que permitiram a Temple uma vida plena, a começar por sua mãe, vivida por Julia Ormond; e pelo apaixonante trabalho de David Strathairn, um ator de mão cheia e poucos louros pela grande imprensa, sempre carismático e competente em seus filmes.

Por conta de grande discussão sobre o autismo e suas possíveis razões, que inflamou a imprensa norte-americana em 2008, rendendo até mesmo uma capa da revista Time, li muito sobre o assunto. Entretanto, analisava-se apenas o aspecto social e científico dessa condição. Pouco aprendi sobre a natureza do autismo. Poder ver, compreender e mensurar os efeitos desses elementos na vida de uma pessoa, de forma tão inesperada, teve seu efeito e, instantaneamente, passei a admirar o filme e o assisto pelo menos uma vez por semana. Tudo graças ao sistema On Demand, que a Time Warner oferece aos assinantes HBO. É cômodo e embutido na mensalidade, até poder comprar o DVD. Gostei tanto que cantei essa bola diversas vezes ao recomendar esse filme, especialmente durante as gravações do RapaduraCast. É um filme que deve ser assistido, assimilado e aprendido.

O cinema e a TV estão repletas de [ótimas] histórias de superação racial, dramas pessoais, vitórias contra as improbabilidades, entretanto, a maioria delas deixa como legado seus ideais e suas jornadas. Temple Gradin tem um resultado tão concreto quanto sua imaginação, uma vez que sua relevância para os mundos médico e acadêmico é mensurada e existe única e simplesmente por suas realizações. Sua contribuição para a engenharia agropecuária lhe garantiu suporte para conquistar respeito profissional, independente de sua condição, e a partir daí construiu uma reputação como defensora dos direitos animais e porta-voz fundamental para pais e mães cujos filhos sofrem desse mal.

Acertadamente, a HBO deixou de lado qualquer entrevero familiar ou corações partidos que tenham acontecido na vida de Temple Grandin – e eles foram muitos – para focar nos momentos chave e na experiência de uma infância e juventude num mundo despreparado para suas necessidades e alienígena ao seu intelecto. Temple assume que não conseguiria ter desenvolvido a maioria de suas teorias não fosse por sua facilidade e sensibilidade ao compreender as relações animais e suas demandas. Logo, a ciência e a Humanidade devem muito a alguém, ou melhor, à soma de diversos fatores que ambas tentaram repelir e cercear em sua gênese.
Ver Claire Danes recriar tal mescla especial de sentimentos e reações de maneira tão genuína é um deleite. Não ficou feia como Charlize Theron, transformou-se totalmente em outra pessoa e permitiu que uma heroína – a seu modo – ganhasse vulto e, mesmo sem necessitar, reconhecimento nacional fora de seu ramo com o Emmy.
É de histórias assim que nosso cinema e nossa TV precisam. Sem fabricar heróis, sem dramatizar desgraças. Apenas lembranças de que bondade, força de vontade e a engenhosidade de algumas pessoas pode mudar o mundo, uma pessoa por vez, contanto que se abram as portas. Boas histórias sempre devem ser contatas e nisso a HBO é craque. Ponto.



Disciplina: Educação e Diversidade Cultural
Filme: Do Luto à Luta
Ficha Técnica
Titulo original: Do Luto a Luta
País de origem: Brasil
Gênero: Documentário
Duração: 75 min
Lançamento: 2005


SINOPSE
Do Luto à Luta é um longa-metragem em 35mm que focaliza as deficiências, mas também as potencialidades, da Síndrome de Down, problema genético que atinge cerca de 8 mil bebês a cada ano no Brasil. A Síndrome de Down é sem dúvida um problema, mas as soluções são bem mais simples doque se imagina, principalmente quando deixamos de lado os preconceitos e estigmas sociais.













UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA
CENTRO DE EDUCAÇÃO / DHP / CURSO DE PEDAGOGIA

DISCIPLINA: EDUCAÇÃO E DIVERSIDADE CULTURAL (60 horas - Turma 1/Turma 2 – Sala 302 CE) Profa. Windyz Ferreira  (fone: 9921 9912 – windyzferreira@hotmail.com)
Auxiliares docentes
Turma Tarde: Taisa Dantas (Mestranda)  (Fone: 87230215 – taisa_cd@hotmail.com)
Turma Manhã: Jackeline Susann (Grad-último semestre) (Fone: 8720 1618 – jackeline-susann@hotmail.com


PLANO DE CURSO 2011.1
Ementa: O fenômeno da Educação nas culturas humanas. A questão do gênero, etnia, raça, deficiência e homossexualidade. Relações sociais escola e grupos sociais diversos. O papel no professor/a na promoção dos direitos de todos/as e a garantia de inclusão nas atividades escolares. Diferenças, diversidade humana e participação.
Objetivos:
  • Explorar e compreender na literatura recente os conceitos de cultura, diversidade cultural, raça, etnia, gênero, habilidades e deficiência, relações de poder, identidade, diferença, desigualdade, inclusão.
  • Aplicar os conceitos à análise das relações escolares e contextos de aprendizagem.
Questões Orientadoras da Disciplina:
·                     Quem sou eu?
·                     O que é diversidade cultural e como se articula com o campo da educação hoje?

Metodologia: as atividades da disciplina incluem leitura de textos, filmes, debate, pesquisa, elaboração escrita e socialização das análises e reflexões, diário de aprendizagem e sessão de pôsteres no encerramento da disciplina.
Avaliação:
Considerará: frequência/pontualidade (uma nota), autoavaliação (participação e contribuição em aula), trabalho final (diário de aprendizagem).

CRONOGRAMA DE ATIVIDADES
Datas
Atividade
Observação / Tarefa
Manhã
Tarde
16/03
14/03
Apresentação da turma e da disciplina

Quem sou eu? Levantamento de dados sobre cada estudante
17/03
16/03
PCNs-Temas Transversais (jigsaw)
Leitura Temas Transversais
23/03
21/03
Foco: Escola Brasileira
Filme 1: Pro dia nascer feliz
Questionário  (dupla)
24/03
23/03
Plataforma Lattes  (VIDE  Roteiro Anexo 1)
Organizar currículo vitae
30/03
28/03
Debate reflexivo sobre o Filme: Pro dia nascer feliz
Trazer o questionário
30/03
30/03
Foco Gênero – Filme 2: Ágora
Questionário (Dupla)
31/03
04/04
Foco Gênero – Filme 3: Desmundo
Questionário (Dupla)


06/04
06/04
Atividade sobre o filme
Roda de Conversa


Datas
Atividade
Observação / Tarefa


Manhã
Tarde
13/04
11/04
Foco Deficiência e sucesso
Filme 4: Meu nome é Rádio
Questionário
13/04
13/04
Palestra sobre Gênero & Deficiência
Convidada: Profa. Adenize Queiroz, MEd. Especialista em Educação da PcD-Cegueira
Com declaração
21/04
18/04
Foco – Filme 5: Do luto a Luta
Questionário (Dupla)
20/04
20/04
Visita a Escola Especial
Atividade Visita com Roteiro - Fotos
28/04
25/04
Foco – Filme 6: Temple Grendin

27/04
27/04
Palestra: Direitos e diversidade no contexto dos Estudos Culturais – a questão da PcD
Aluska, Lauricéia e Vera
Mestrandas em Educaçao - PPGE
04/05
02/05
Foco Etnia – Filme 7:  Hotel Rwanda
Questionário
06/05
04/05
Foco Etnia – Filme 8: Crash
Questionário
11/05
09/05
Foco Raça – Filme 9: Cor Purpura
Questionário
12/05
11/05
Foco Raça – Filme 10: Ao Mestre com Carinho
Questionário
Tarde
16/05
Palestra sobre Raça e Etnia
Convidado a definir
Com declaração
18/05
18/05
Palestra: Experiências de Jovens nas Escolas Projeto de Extensão Pró-Líder
Convidados/as: Profa. Alessandra Mendes, MEd. Especialista em Educação da Pessoa com Deficiência e estudantes com Deficiência
Com declaração
25/05
23/05
Palestra sobre Desenvolvimento inclusivo em comunidades vulneráveis – a experiência da Ong Apoitchá


25/05
Palestra sobre Violência na Escola / Bullying   - Convidado a definir
Com declaração

30/05
Palestra sobre Abuso Sexual contra crianças e jovens
Convidado a definir
Rosangela Régia da Silva, Pedagoga na área de Educação da Pessoa com Deficiência

01/06
Palestra sobre Direitos Humanos e Diversidade/Grupos Vulneráveis

Convidada: Taisa Caldas,
Mestranda em Estudos Culturais em Educação – UFPB/PPGE

08/06
06/06
(Aula) Políticas Públicas de Inclusão e Diversidade

Profa. Windyz Ferreira
08/06
(Aula) Políticas Públicas de Inclusão e Diversidade



Datas
Atividade
Observação / Tarefa
Manhã
Tarde
09/06
13/06
Foco Homossexualidade – Filme 11: Minhas mães e meu pai
Questionário
15/06
15/06
Foco Homossexualidade – Filme 12: MILK
Questionário
20/06
20/06
Organização de Posteres
Diversidade na Escola  e Inclusão: Orientações aos educadores/as e docentes
21/06
22/06
Organização de Posteres
Entrega do material e pôster produzido
27/06
Vide palestra abaixo

29/06
Noite (19hs)
Palestra: Homossexualidade e direitos humanos
Convidados a definir
Com declaração

04/07
Foco: Papel docente
Filme 13 – Adorável Professor
Questionário

06/07
Foco: Papel Docente
Filme 14 – O Sorriso de Monalisa
Questionário

11/07
Apresentação da Sessão de Posteres Confraternização / Entrega dos diários de aprendizagem








Referências bibliográficas relevantes:
AINSCOW, Mel (2009). Tornar a educação inclusiva: como essa tarefa deve ser conceituada? In: FÁVERO, Osmar; FERREIRA, Windyz; IRELAND, Timothy; BARREIROS, Débora (2009) Tornar a educação inclusiva. Brasília: UNESCO.
BRASIL, MEC/SEF (1998). Parâmetros Curriculares Nacionais: Terceiro e Quarto Ciclos do Ensino Fundamental: Temas Transversais. Pluralidade Cultural. Brasília: Ministério da Educação/Secretaria de Ensino Fundamental.
BRASIL, MEC (2010). Documento-Referência da CONAE. Acesso em: http://conae.mec.gov.br/images/stories/pdf/doc_base_conae_revisado2.pdf
BENEVIDES, Maria Victoria. Direitos Humanos: desafios para o século XXI. In: SILVEIRA, Rosa Maria Godoy, et al. Educação em Direitos Humanos: fundamentos teórico-metodológicos. João Pessoa: Editora Universitária, 2007.
BERNARDES, Márcia Nina. Educação em direitos humanos e a consolidação de uma cultura democrática. In: BITTAR, Eduardo C.B; TOSI, Giuseppe (orgs.). Democracia e Educação em Direitos Humanos numa época de insegurança. Brasília: Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República, 2008.
BITTAR, Eduardo C.B. Educação e metodologia para os direitos humanos. Quartier Latin, 2008.
BOBBIO, Norberto. A era dos direitos. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004.
CANDAU, Vera Maria. Educação em direitos humanos: desafios atuais. In: SILVEIRA, Rosa Maria Godoy, et al. Educação em Direitos Humanos: fundamentos teórico-metodológicos. João Pessoa: Editora Universitária, 2007.
CARVALHO, M. E. P. de; RABAY, G.; BRABO, T. S. A. M. Direitos Humanos das mulheres e das pessoas LGBT. p. 231-276.
COSTA, Marisa Vorraber. Estudos Culturais em educação: mídia, arquitetura, brinquedo, biologia, literatura, cinema... Porto Alegre, ed. Universitária/UFRGS, 2000.
COMPARATO, Fábio Konder. A afirmação histórica dos Direitos Humanos. 5.ed. São Paulo: Saraiva, 2007.
Declaração Universal da UNESCO sobre a Diversidade Cultural, adotada em 2 de novembro de 2001. On-line. Acesso: http://unesdoc.unesco.org/images/0012/001271/127160por.pdf
Declaração de Salamanca: Enquadramento da Ação na área de Necessidades Educativas Especiais, adotada em 10 junho 1994. Online. Acesso: http://redeinclusao.web.ua.pt/files/fl_9.pdf 
DEVINE, Carol (org.). Direitos Humanos: referências essenciais. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo: 2007.
 CARVALHO, Maria Eulina P. de (2004a). Modos de educação, gênero e relações escola-família. Cadernos de Pesquisa, São Paulo, v. 34, n. 121, p. 41-58.
CARVALHO, Maria Eulina Pessoa de (2004b). Pierre Bourdieu sobre gênero e educação. Revista Ártemis, Número 1, Dezembro de 2004. Disponível em: http://www.prodema.ufpb.br/revistaartemis/numero1/numero01.html
DALAI LAMA (2000). Uma ética para o novo milênio. Rio de Janeiro: Sextante.
FERREIRA, Windyz B. (2009). Entendendo a discriminação contra estudantes com deficiência na escola. In: FÁVERO, Osmar; FERREIRA, Windyz; IRELAND, Timothy; BARREIROS, Débora (2009) Tornar a educação inclusiva. Brasília: UNESCO.
FERREIRA, L. de F. G.; ZENAIDE, M. N. T.; DIAS, A. A. (Org.) Direitos Humanos na Educação Superior:subsídios para a educação em direitos humanos na Pedagogia. João Pessoa: Ed. UFPB, 2010
FISKE, John (1997). Cultura Popular. Revista Temas em Educação, N. 6, p. 173-191. Traduzido do original inglês “Popular Culture” in Frank Lentricchia & Thomas McLaughlin, Eds. Critical Terms for Literary Study, 2nd. Ed. Chicago: The University of Chicago Press, 1995.
SAVE THE CHILDREN SUÉCIA. (2003). Aprendendo sobre os direitos de crianças e jovens com deficiência. Pesquisa e Texto de Windyz B. Ferreira. SCS-Recife. Online. Acesso: http://www.scslat.org/search/publipor.php?cod=101&lang=p  
SHILLING, Flávia. O direito à educação: um longo caminho. In: BITTAR, Eduardo C.B. Educação e metodologia para os direitos humanos. Quartier Latin, 2008.
SILVA, Tomaz Tadeu da (org.). Identidade e diferença: a perspectiva dos Estudos Culturais. 9.ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2009.
SILVEIRA, Rosa Maria Godoy, et al. Educação em Direitos Humanos: fundamentos teórico-metodológicos. João Pessoa: Editora Universitária, 2007.



.

Disciplina: Educação e Diversidade Cultural 2011.1
ANEXO1 – Plataforma Lattes

PASSOS

  • Inicie o seu currículo LATTES

Cadastrar-se  - você deve se cadastrar aqui para fazer seu curriculo

  • Ao final do curso faça uma cópia de seu currículo Latt4es e cole no seu diário de aprendizagem.

  • Comente sobre a importância de ter aprendido a conhecer a Plataforma LATTES e a fazer seu currículo.


Escolha um de seus professores/as e procure seu Currículo Lattes na Plataforma. Leia o CV e aprenda sobre co o deve ser organizado.

Siga os passos:
Buscar currículo  - para encontrar o currículo de qualquer docente da OFPB ou outras universidades
Atualizar currículo  - para quem é o ´dono´ do currículo apenas
Cadastrar-se  - você deve se cadastrar aqui para fazer seu curriculo