Disciplina: Educação e Diversidade Cultural
Filme: Meu nome é Rádio
Ficha Técnica
Título Original: Radio
Lançamento: 2003 (EUA)
Direção: Michael Tollin
Duração: 109 min.
Gênero: Drama
Status: arquivado
Disponível em: http://pt.shvoong.com/humanities/471555-filme-meu-nome-%C3%A9-r%C3%A1dio/ acesso em: 28/03/2011.
No filme, Meu nome é Rádio, o autor denuncia antes de tudo a exclusão social que faz com que as pessoas que apresentam necessidades especiais fiquem à margem da sociedade e sejam vistas como alguém que tem uma doença contagiosa, ou que cometeu um crime hediondo ou ainda que não tem a menor importância e capacidade. Denuncia essa que usa como refúgio a base de uma história real, através da personagem RADIO que a princípio é laguem rejeitado, apesar de aparentemente feliz.Logo a seguir faz-nos refletir sobre a necessidade do ser humano de viver em sociedade, de ter amizades e oportunidade de se desenvolver na convivência com seus semelhantes apesar das diferenças, dificuldades e deficiências que todos temos.Mostra-nos também que através da compreensão, da ajuda, da amizade incondicional e da aceitação as pessoas podem se tornar melhores e serão plenamente capazes de se desenvolverem.
RÁDIO, no início do filme, mal conseguia falar e no desenrolar do enredo, principalmente pela confiança demonstrada pelo técnico Jones, torna-se outra pessoa: expansiva, comunicativa; RÁDIO sai da introspecção para a alegria de aprender a ler e escrever, ser o anunciante do cardápio do dia no microfone da escola e o assistente do técnico Jones, seu protetor e incentivador.Algumas perseguições e rejeições ainda são abordadas: os colegas de colégio que tentam se aproveitar da “inocência” de RÁDIO para prejudica-lo, fazendo valer o estigma de que pessoas como ele devem ser excluídas, pois são uma ameaça para os ditos “normais”; as pessoas da comunidade que se mostram intolerantes e excludentes, pois não querem aceitar a presença de RÁDIO no colégio e sua participação ativa no dia a dia do mesmo.O filme baseia-se na história real de James Robert Kennedy, o fã número um do time T. L. Hanna High School, da cidade de Anderson (Carolina do Sul), baseada em um artigo escrito por Gary Smith, na revista Illustrated. O time supracitado é dirigido pelo técnico Jones que nos mostra o desprendimento de raríssimas pessoas em aceitarem as outras como elas são e a partir disso fazer a diferença na vida das mesmas. Tal atitude chega a causar estranheza na maioria das pessoas.
A mãe de RÁDIO demonstra essa estranheza ao se mostrar arredia de início e perguntar ao técnico Jones quais eram os motivos que o moviam a ajudar o filho dela.O técnico Jones, por sua determinação, faz com que aos poucos as pessoas admirem e respeitem seu protegido. Além das temáticas acima citadas, aborda-se no filme a necessidade de estabelecer prioridades na vida e de perceber que aqueles que nos cercam, principalmente a nossa família, devem vir em primeiro lugar, antes da busca pelo sucesso, pelo poder; a nossa dedicação primeira deve ser o SER e não o TER, isso faz-se presente na tomada de consciência do técnico Jones quando o mesmo percebe que estava deixando as pessoas que amava em segundo plano e através do desenvolvimento de RÁDIO o técnico pode concluir que vale a pena se dedicar a quem amamos.“Meu nome é Rádio” é um filme a que vale a pena assistir. Indicado para pais, jovens e educadores.
É uma história sensível e edificante que tem a contribuição de excelentes atores, uma trilha sonora emocionante e envolvente; sem imagens fantásticas mas simples e marcantes; sem muitos efeitos especiais, pois a retratação de tão esplêndida e comovente realidade exige o destaque das coisas simples, porém verdadeiras.É um daqueles filmes a que você assiste várias vezes e sempre aprende uma nova lição. Deu-me a certeza de que a convivência social saudável transforma-nos e que as nossas deficiências podem ser minimizadas quando aceitas pelos outros e por nós mesmos. É um filme inesquecível e altamente recomendável
Disciplina: Educação Diversidade Cultural
Fime: Temple Grandin
Ficha Técnica
Titulo Original: Temple Grandin
Lançamento: 2010 (EUA)
Direção: Mick Jackson
Duração: 103 Min
Gênero: Drama
Disponivel em: http://www.soshollywood.com.br/temple-grandin/ acesso em: 28/03/2011
Sinopse
Quando Temple Grandin se vê diante de um estímulo, ela responde de forma diferente que eu ou você. Sua mente busca referências, mostra imagens e exemplos concretos do assunto tratado, seja uma mera menção a sapatos ou a mecânica envolvida no ato de se abrir um portão. Sua mente funciona de forma concreta, logo, evoluiu na direção da obtenção de resultados como conclusão de qualquer idéia. Ela é incapaz de abstrair. Ela é uma respeitada especialista na engenharia agropecuária.
Ela é autista. Diagnosticada com autismo em meados da década de 50, quando ser autista significava ser internado sem expectativas de melhora, a Dra. Temple Grandin trilhou um caminho improvável e, em fevereiro de 2010, ganhou uma telebiografia produzida pela HBO e estrelada de forma brilhante por Claire Danes.
Assim como a mente concreta de Temple, tantas variáveis positivas levaram a um resultado palpável e incontestável: o Emmy de Melhor Filme, na noite de ontem.
Felizmente, conheço essa pequena obra-prima da televisão há um tempo. Desde fevereiro, para ser exato. Assisti à estréia de Temple Grandin, na HBO norte-americana, sem querer e fui surpreendido pela fisionomia transformada de Claire Danes, sempre com sua aura de princesa medieval ou personagem deslocada de um romance shakespeariano. Claire era outra pessoa, alguém atípico. Hora e meia depois, chorava copiosamente em frente à TV. Totalmente afetado pela história, mas, acima de tudo, orgulhoso pelas disposição e bondade presente nas pessoas que permitiram a Temple uma vida plena, a começar por sua mãe, vivida por Julia Ormond; e pelo apaixonante trabalho de David Strathairn, um ator de mão cheia e poucos louros pela grande imprensa, sempre carismático e competente em seus filmes.
Por conta de grande discussão sobre o autismo e suas possíveis razões, que inflamou a imprensa norte-americana em 2008, rendendo até mesmo uma capa da revista Time, li muito sobre o assunto. Entretanto, analisava-se apenas o aspecto social e científico dessa condição. Pouco aprendi sobre a natureza do autismo. Poder ver, compreender e mensurar os efeitos desses elementos na vida de uma pessoa, de forma tão inesperada, teve seu efeito e, instantaneamente, passei a admirar o filme e o assisto pelo menos uma vez por semana. Tudo graças ao sistema On Demand, que a Time Warner oferece aos assinantes HBO. É cômodo e embutido na mensalidade, até poder comprar o DVD. Gostei tanto que cantei essa bola diversas vezes ao recomendar esse filme, especialmente durante as gravações do RapaduraCast. É um filme que deve ser assistido, assimilado e aprendido.
O cinema e a TV estão repletas de [ótimas] histórias de superação racial, dramas pessoais, vitórias contra as improbabilidades, entretanto, a maioria delas deixa como legado seus ideais e suas jornadas. Temple Gradin tem um resultado tão concreto quanto sua imaginação, uma vez que sua relevância para os mundos médico e acadêmico é mensurada e existe única e simplesmente por suas realizações. Sua contribuição para a engenharia agropecuária lhe garantiu suporte para conquistar respeito profissional, independente de sua condição, e a partir daí construiu uma reputação como defensora dos direitos animais e porta-voz fundamental para pais e mães cujos filhos sofrem desse mal.
Acertadamente, a HBO deixou de lado qualquer entrevero familiar ou corações partidos que tenham acontecido na vida de Temple Grandin – e eles foram muitos – para focar nos momentos chave e na experiência de uma infância e juventude num mundo despreparado para suas necessidades e alienígena ao seu intelecto. Temple assume que não conseguiria ter desenvolvido a maioria de suas teorias não fosse por sua facilidade e sensibilidade ao compreender as relações animais e suas demandas. Logo, a ciência e a Humanidade devem muito a alguém, ou melhor, à soma de diversos fatores que ambas tentaram repelir e cercear em sua gênese.
Ver Claire Danes recriar tal mescla especial de sentimentos e reações de maneira tão genuína é um deleite. Não ficou feia como Charlize Theron, transformou-se totalmente em outra pessoa e permitiu que uma heroína – a seu modo – ganhasse vulto e, mesmo sem necessitar, reconhecimento nacional fora de seu ramo com o Emmy.
É de histórias assim que nosso cinema e nossa TV precisam. Sem fabricar heróis, sem dramatizar desgraças. Apenas lembranças de que bondade, força de vontade e a engenhosidade de algumas pessoas pode mudar o mundo, uma pessoa por vez, contanto que se abram as portas. Boas histórias sempre devem ser contatas e nisso a HBO é craque. Ponto.
Disciplina: Educação e Diversidade Cultural
Filme: Do Luto à Luta
Ficha Técnica
Titulo original: Do Luto a Luta
País de origem: Brasil
Gênero: Documentário
Duração: 75 min
Lançamento: 2005
SINOPSE
Do Luto à Luta é um longa-metragem em 35mm que focaliza as deficiências, mas também as potencialidades, da Síndrome de Down, problema genético que atinge cerca de 8 mil bebês a cada ano no Brasil. A Síndrome de Down é sem dúvida um problema, mas as soluções são bem mais simples doque se imagina, principalmente quando deixamos de lado os preconceitos e estigmas sociais.
UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA
CENTRO DE EDUCAÇÃO / DHP / CURSO DE PEDAGOGIA
DISCIPLINA: EDUCAÇÃO E DIVERSIDADE CULTURAL (60 horas - Turma 1/Turma 2 – Sala 302 CE) Profa. Windyz Ferreira (fone: 9921 9912 – windyzferreira@hotmail.com)
Auxiliares docentes
Turma Manhã: Jackeline Susann (Grad-último semestre) (Fone: 8720 1618 – jackeline-susann@hotmail.com
PLANO DE CURSO 2011.1
Ementa: O fenômeno da Educação nas culturas humanas. A questão do gênero, etnia, raça, deficiência e homossexualidade. Relações sociais escola e grupos sociais diversos. O papel no professor/a na promoção dos direitos de todos/as e a garantia de inclusão nas atividades escolares. Diferenças, diversidade humana e participação.
Objetivos:
- Explorar e compreender na literatura recente os conceitos de cultura, diversidade cultural, raça, etnia, gênero, habilidades e deficiência, relações de poder, identidade, diferença, desigualdade, inclusão.
- Aplicar os conceitos à análise das relações escolares e contextos de aprendizagem.
Questões Orientadoras da Disciplina:
· Quem sou eu?
· O que é diversidade cultural e como se articula com o campo da educação hoje?
Metodologia: as atividades da disciplina incluem leitura de textos, filmes, debate, pesquisa, elaboração escrita e socialização das análises e reflexões, diário de aprendizagem e sessão de pôsteres no encerramento da disciplina.
Avaliação:
Considerará: frequência/pontualidade (uma nota), autoavaliação (participação e contribuição em aula), trabalho final (diário de aprendizagem).
CRONOGRAMA DE ATIVIDADES
Datas | Atividade | Observação / Tarefa | |
Manhã | Tarde | ||
16/03 | 14/03 | Apresentação da turma e da disciplina | Quem sou eu? Levantamento de dados sobre cada estudante |
17/03 | 16/03 | PCNs-Temas Transversais (jigsaw) | Leitura Temas Transversais |
23/03 | 21/03 | Foco: Escola Brasileira Filme 1: Pro dia nascer feliz | Questionário (dupla) |
24/03 | 23/03 | Plataforma Lattes (VIDE Roteiro Anexo 1) | Organizar currículo vitae |
30/03 | 28/03 | Debate reflexivo sobre o Filme: Pro dia nascer feliz | Trazer o questionário |
30/03 | 30/03 | Foco Gênero – Filme 2: Ágora | Questionário (Dupla) |
31/03 | 04/04 | Foco Gênero – Filme 3: Desmundo | Questionário (Dupla) |
06/04 | 06/04 | Atividade sobre o filme | Roda de Conversa |
Datas | Atividade | Observação / Tarefa | |
Manhã | Tarde | ||
13/04 | 11/04 | Foco Deficiência e sucesso Filme 4: Meu nome é Rádio | Questionário |
13/04 | 13/04 | Palestra sobre Gênero & Deficiência | Convidada: Profa. Adenize Queiroz, MEd. Especialista em Educação da PcD-Cegueira Com declaração |
21/04 | 18/04 | Foco – Filme 5: Do luto a Luta | Questionário (Dupla) |
20/04 | 20/04 | Visita a Escola Especial | Atividade Visita com Roteiro - Fotos |
28/04 | 25/04 | Foco – Filme 6: Temple Grendin | |
27/04 | 27/04 | Palestra: Direitos e diversidade no contexto dos Estudos Culturais – a questão da PcD | Aluska, Lauricéia e Vera Mestrandas em Educaçao - PPGE |
04/05 | 02/05 | Foco Etnia – Filme 7: Hotel Rwanda | Questionário |
06/05 | 04/05 | Foco Etnia – Filme 8: Crash | Questionário |
11/05 | 09/05 | Foco Raça – Filme 9: Cor Purpura | Questionário |
12/05 | 11/05 | Foco Raça – Filme 10: Ao Mestre com Carinho | Questionário |
Tarde | 16/05 | Palestra sobre Raça e Etnia Convidado a definir | Com declaração |
18/05 | 18/05 | Palestra: Experiências de Jovens nas Escolas Projeto de Extensão Pró-Líder | Convidados/as: Profa. Alessandra Mendes, MEd. Especialista em Educação da Pessoa com Deficiência e estudantes com Deficiência Com declaração |
25/05 | 23/05 | Palestra sobre Desenvolvimento inclusivo em comunidades vulneráveis – a experiência da Ong Apoitchá | |
25/05 | Palestra sobre Violência na Escola / Bullying - Convidado a definir | Com declaração | |
30/05 | Palestra sobre Abuso Sexual contra crianças e jovens Convidado a definir | Rosangela Régia da Silva, Pedagoga na área de Educação da Pessoa com Deficiência | |
01/06 | Palestra sobre Direitos Humanos e Diversidade/Grupos Vulneráveis | Convidada: Taisa Caldas, Mestranda em Estudos Culturais em Educação – UFPB/PPGE | |
08/06 | 06/06 | (Aula) Políticas Públicas de Inclusão e Diversidade | Profa. Windyz Ferreira |
08/06 | (Aula) Políticas Públicas de Inclusão e Diversidade | ||
Datas | Atividade | Observação / Tarefa | ||
Manhã | Tarde | |||
09/06 | 13/06 | Foco Homossexualidade – Filme 11: Minhas mães e meu pai | Questionário | |
15/06 | 15/06 | Foco Homossexualidade – Filme 12: MILK | Questionário | |
20/06 | 20/06 | Organização de Posteres | Diversidade na Escola e Inclusão: Orientações aos educadores/as e docentes | |
21/06 | 22/06 | Organização de Posteres Entrega do material e pôster produzido | ||
27/06 | Vide palestra abaixo | |||
29/06 Noite (19hs) | Palestra: Homossexualidade e direitos humanos Convidados a definir Com declaração | |||
04/07 | Foco: Papel docente Filme 13 – Adorável Professor | Questionário | ||
06/07 | Foco: Papel Docente Filme 14 – O Sorriso de Monalisa | Questionário | ||
11/07 | Apresentação da Sessão de Posteres Confraternização / Entrega dos diários de aprendizagem | |||
Referências bibliográficas relevantes:
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BRASIL, MEC/SEF (1998). Parâmetros Curriculares Nacionais: Terceiro e Quarto Ciclos do Ensino Fundamental: Temas Transversais. Pluralidade Cultural. Brasília: Ministério da Educação/Secretaria de Ensino Fundamental.
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BENEVIDES, Maria Victoria. Direitos Humanos: desafios para o século XXI. In: SILVEIRA, Rosa Maria Godoy, et al. Educação em Direitos Humanos: fundamentos teórico-metodológicos. João Pessoa: Editora Universitária, 2007.
BERNARDES, Márcia Nina. Educação em direitos humanos e a consolidação de uma cultura democrática. In: BITTAR, Eduardo C.B; TOSI, Giuseppe (orgs.). Democracia e Educação em Direitos Humanos numa época de insegurança. Brasília: Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República, 2008.
BITTAR, Eduardo C.B. Educação e metodologia para os direitos humanos. Quartier Latin, 2008.
BOBBIO, Norberto. A era dos direitos. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004.
CANDAU, Vera Maria. Educação em direitos humanos: desafios atuais. In: SILVEIRA, Rosa Maria Godoy, et al. Educação em Direitos Humanos: fundamentos teórico-metodológicos. João Pessoa: Editora Universitária, 2007.
CARVALHO, M. E. P. de; RABAY, G.; BRABO, T. S. A. M. Direitos Humanos das mulheres e das pessoas LGBT. p. 231-276.
COSTA, Marisa Vorraber. Estudos Culturais em educação: mídia, arquitetura, brinquedo, biologia, literatura, cinema... Porto Alegre, ed. Universitária/UFRGS, 2000.
COMPARATO, Fábio Konder. A afirmação histórica dos Direitos Humanos. 5.ed. São Paulo: Saraiva, 2007.
Declaração Universal da UNESCO sobre a Diversidade Cultural, adotada em 2 de novembro de 2001. On-line. Acesso: http://unesdoc.unesco.org/images/0012/001271/127160por.pdf
Declaração de Salamanca: Enquadramento da Ação na área de Necessidades Educativas Especiais, adotada em 10 junho 1994. Online. Acesso: http://redeinclusao.web.ua.pt/files/fl_9.pdf
DEVINE, Carol (org.). Direitos Humanos: referências essenciais. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo: 2007.
CARVALHO, Maria Eulina P. de (2004a). Modos de educação, gênero e relações escola-família. Cadernos de Pesquisa, São Paulo, v. 34, n. 121, p. 41-58.
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FERREIRA, Windyz B. (2009). Entendendo a discriminação contra estudantes com deficiência na escola. In: FÁVERO, Osmar; FERREIRA, Windyz; IRELAND, Timothy; BARREIROS, Débora (2009) Tornar a educação inclusiva. Brasília: UNESCO.
FERREIRA, L. de F. G.; ZENAIDE, M. N. T.; DIAS, A. A. (Org.) Direitos Humanos na Educação Superior:subsídios para a educação em direitos humanos na Pedagogia. João Pessoa: Ed. UFPB, 2010
FISKE, John (1997). Cultura Popular. Revista Temas em Educação, N. 6, p. 173-191. Traduzido do original inglês “Popular Culture” in Frank Lentricchia & Thomas McLaughlin, Eds. Critical Terms for Literary Study, 2nd. Ed. Chicago: The University of Chicago Press, 1995.
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SHILLING, Flávia. O direito à educação: um longo caminho. In: BITTAR, Eduardo C.B. Educação e metodologia para os direitos humanos. Quartier Latin, 2008.
SILVA, Tomaz Tadeu da (org.). Identidade e diferença: a perspectiva dos Estudos Culturais. 9.ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2009.
SILVEIRA, Rosa Maria Godoy, et al. Educação em Direitos Humanos: fundamentos teórico-metodológicos. João Pessoa: Editora Universitária, 2007.
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Disciplina: Educação e Diversidade Cultural 2011.1
Disciplina: Educação e Diversidade Cultural 2011.1
ANEXO1 – Plataforma Lattes
PASSOS
- Entrar na Plataforma LATTES - http://lattes.cnpq.br/ (vide siga os passos abaixo)
- Inicie o seu currículo LATTES
Cadastrar-se - você deve se cadastrar aqui para fazer seu curriculo
- Ao final do curso faça uma cópia de seu currículo Latt4es e cole no seu diário de aprendizagem.
- Comente sobre a importância de ter aprendido a conhecer a Plataforma LATTES e a fazer seu currículo.
Escolha um de seus professores/as e procure seu Currículo Lattes na Plataforma. Leia o CV e aprenda sobre co o deve ser organizado.
Siga os passos:
Buscar currículo - para encontrar o currículo de qualquer docente da OFPB ou outras universidades
Atualizar currículo - para quem é o ´dono´ do currículo apenas
Cadastrar-se - você deve se cadastrar aqui para fazer seu curriculo
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